Desistir dos meus sonhos para fazer a vontade de outra pessoa? Não, isso não!
Não acreditar e mim mesma por que errei uma vez? Não, isso não!
Parar no meio do caminho? Não, não, não e não! Eu não sou assim, eu não faço isso, eu nunca serei capaz de desistir porque ninguém acreditou em mim, porque isso não é verdade, uma pessoa acreditou em mim, e sempre torceu para que eu conseguisse; Eu mesma, e isso já é o bastante. Amor proprio, essa é a fonte de tudo!
Nunca serei capaz de quebrar uma promesssa;
Mais também nunca serei capaz de prometer uma coisa que não posso cumprir;
Não me emporto se me acham estranha, se acham que eu sou louca;
Quem não gosta de mim não me merece;
Se tem enveja de mim,
Que me supere então!
Nunca ligareipara coisas idiotas,
Pois o que vem debaixo não me atinge.
Creio no que creio, e nada muda muda minha apinião!
Seja o que seja,
Eu sempre digo:
Não vai me abalar com isso;
E não abala mesmo;
Eu não sou do tipo que vivo ficando triste;
Eu não choro por qualquer coisa;
Eu não ligo pro que pensam de mim;
Eu não me abalo com o que me dizem,
Eu digo e repito;
Eu sou o que sou e nada vai mudar isso!
Quem não gosta de mim, não me merece!
•Luana Liama•
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
sábado, 12 de dezembro de 2009
A ultima vontade do rei Hibban
Mas qual seria? Que deveria ele dizer aos seus súditos mocalenses no derradeiro momento de sua vida? Um conselho? Uma emprecação? Um pensamento famoso?
Na duvida-e como não lhe ocorresse uma ideia aproveitavel- mandou o rei Hibban chamar o seu talentoso secretario Salim Sady, homem de sua inteira confiança, e contou-lhe, pedindo-lhe absoluto segredo, o grande desejo de sua vaidade doentia:- Queria honrar a morte com uma frase que ficasse célebre, que se tornasse conhecida e repetida pelo mundo inteiro!
Depois de meditar algum tempo, o digno secretario respondeu:
_Conheço, ó Rei dos Reis!, um verso de Mazuk, o celebre poeta curdo, que é magistral! Se Vossa Majestade pronunciar esse verso em dialeto curdo, fará uma coisa original, nunca vista. Nem o incrivel Alexandre, nem os Cesares famosos tiveram essa ideia!
Ademais, o verso a que me refiro exprime um desejo nobre, um pensamento genial, digno de u verdadeiro rei.
_É bela e grandiosa a tua lembrança_ concordou o rei._É exatamente um verso emocionante que mais me agrada e que melhor poderá servir ao rei de Mocala. Mas qual é afinal o verso do grande Mazuk? Quero decora-lo.
E o inteligente Salim Sade, honrando a confiança do rei, ensinou ao bom monarca o verso magistral de Mazuk, o maior dos poetas do Afegalistão.
"Naib aq vast y harde nosteby katib", cuja tradução (declarou Sady) deveria ser mais ou menos o segunte: Esqueçam os meus erros, pois só errei com a intenção de acertar".
Guardou o rei Hibban de memoria o verso, repetindo-o mentalmente varias vezes.
E um dia, sentindo-se muito doente, mandou chamar seus conselheiros, vizires, cádis e todos os grandes dignitários do reino, e disse-lhes que ia pronunciar as últimas palavras e exprimir sua última vontade.
Erguendo-se no leito, trêmulo, macilento, exclamou bem alto, devagar, e solene, para que todos ouvissem:
''Naib aq vast y harde nosteby katib''.
E tão violenta foi a comoção daquele momento, que o vaidoso rei, ferido por uma síncope, morreu.
Aquela cena, de tão inesperado desfecho, impressionou profundamente a todos os presentes.
__Mas o que tinha dito o rei Hibban?__perguntaram uns aos outros os cortesãos, pois ninguém no ppalácio conhecia o complicado dialeto curdo.
Dez escribas haviam registrado, palavra por palavra, a última frase do rei. A tradução feita, pouco depois, pelos doutores mais ilustres de Mocala caiu como uma bomba no meio da nobreza e repercutiu com estrondo pelos salões repletos de muçulmanos.
Que teria dito o rei de Mocala ao morrer?
A extraordinária verdade foi logo conhecida no país e puderam todos verificar, com assombro, que o pderoso rei Hibban, senhor de Mocala, havia dito, apenas, o seguinte:
__Dê tudo o que tenho para o meu bom secretário!
Na duvida-e como não lhe ocorresse uma ideia aproveitavel- mandou o rei Hibban chamar o seu talentoso secretario Salim Sady, homem de sua inteira confiança, e contou-lhe, pedindo-lhe absoluto segredo, o grande desejo de sua vaidade doentia:- Queria honrar a morte com uma frase que ficasse célebre, que se tornasse conhecida e repetida pelo mundo inteiro!
Depois de meditar algum tempo, o digno secretario respondeu:
_Conheço, ó Rei dos Reis!, um verso de Mazuk, o celebre poeta curdo, que é magistral! Se Vossa Majestade pronunciar esse verso em dialeto curdo, fará uma coisa original, nunca vista. Nem o incrivel Alexandre, nem os Cesares famosos tiveram essa ideia!
Ademais, o verso a que me refiro exprime um desejo nobre, um pensamento genial, digno de u verdadeiro rei.
_É bela e grandiosa a tua lembrança_ concordou o rei._É exatamente um verso emocionante que mais me agrada e que melhor poderá servir ao rei de Mocala. Mas qual é afinal o verso do grande Mazuk? Quero decora-lo.
E o inteligente Salim Sade, honrando a confiança do rei, ensinou ao bom monarca o verso magistral de Mazuk, o maior dos poetas do Afegalistão.
"Naib aq vast y harde nosteby katib", cuja tradução (declarou Sady) deveria ser mais ou menos o segunte: Esqueçam os meus erros, pois só errei com a intenção de acertar".
Guardou o rei Hibban de memoria o verso, repetindo-o mentalmente varias vezes.
E um dia, sentindo-se muito doente, mandou chamar seus conselheiros, vizires, cádis e todos os grandes dignitários do reino, e disse-lhes que ia pronunciar as últimas palavras e exprimir sua última vontade.
Erguendo-se no leito, trêmulo, macilento, exclamou bem alto, devagar, e solene, para que todos ouvissem:
''Naib aq vast y harde nosteby katib''.
E tão violenta foi a comoção daquele momento, que o vaidoso rei, ferido por uma síncope, morreu.
Aquela cena, de tão inesperado desfecho, impressionou profundamente a todos os presentes.
__Mas o que tinha dito o rei Hibban?__perguntaram uns aos outros os cortesãos, pois ninguém no ppalácio conhecia o complicado dialeto curdo.
Dez escribas haviam registrado, palavra por palavra, a última frase do rei. A tradução feita, pouco depois, pelos doutores mais ilustres de Mocala caiu como uma bomba no meio da nobreza e repercutiu com estrondo pelos salões repletos de muçulmanos.
Que teria dito o rei de Mocala ao morrer?
A extraordinária verdade foi logo conhecida no país e puderam todos verificar, com assombro, que o pderoso rei Hibban, senhor de Mocala, havia dito, apenas, o seguinte:
__Dê tudo o que tenho para o meu bom secretário!
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