sábado, 6 de fevereiro de 2010

O que eu já fiz (Linkin Park)


Nesta Despedida
Não existe sangue
Não existe álibi
Porque eu estava fadado ao remorso
Da verdade
De milhares de mentiras
Então deixe a misericórdia vir
E lavar para longe

[refrão]
O que eu já fiz
Eu vou encarar a mim mesmo
Para atravessar
Aquilo que eu me tornei
Apagar minha vida
E deixar ir embora
O que eu já fiz

Colocando para descansar
O que você pensou de mim
Enquanto eu limpo esta lousa
Com as mãos
De incerteza
Então deixe a misericórdia vir
E lavar para longe

[refrão]
O que eu já fiz
Eu vou encarar a mim mesmo
Para atravessar
Aquilo que eu me tornei
Apagar minha vida
E deixar ir embora
O que eu já fiz

Para o que eu tenho feito
Eu vou recomeçar
E qualquer coisa que pode vir
Hoje isso acaba
Estou perdoando

O que eu já fiz

Eu vou encarar a mim mesmo
Para atravessar
Aquilo que eu me tornei
Apagar minha vida
E deixar ir embora
O que eu já fiz

(Na, Na, Na)

O que eu já fiz (na, na, na)
Estou perdoando o que eu já fiz. (na, na, na)

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

..............Agua no Mundo................


Vou correndo, como se isso me fizesse escapar dos pingos da chuva que se inicia. Menos tempo na chuva, pode ser ilusório, mas tenho a impressão de que ficarei menos molhado, de que chegarei menos ensopado. Com o canto do olho observo o senhor que com a mangueira termina de limpar a calçada, mesmo sabendo que a chuva há de modificar todo o cenário nos próximos instantes. Ou vai trazer de volta toda a sujeira que ele está tirando ou vai lavar outra vez o que ele acabou de lavar.

A água que cai do céu cai purinha, purinha, é o que penso enquanto corro dela. A água que cai do céu. Lembro-me do livro da Camille Paglia em que ela afirmava, ou pelo menos foi o que me recordo de ter dali subtraído, que o homem havia optado por viver em grupo por temor aos fenômenos naturais: chuvas, clima, terremotos etc. Foi preciso se unir contra as forças da natureza. As forças amorais na natureza. Quando passa um furacão levando tudo, bons ou os maus, estão todos ameaçados. Quando chove muito e tudo começa a inundar, anjos e demônios poderão estar, em breve, igualmente submersos. Quando a água falta, senhores e escravos morrem da mesma sede. Há forças mais poderosas que a maldade humana.

Os destinos turísticos são, em sua maioria, lugares interessantes por causa da água. Praias, lagos, rios, cachoeiras: somos naturalmente atraídos pela água. A simples vista para o mar ou rio já torna um ambiente mais interessante. Parece óbvio o que digo mas se levarmos em conta que grande parte do planeta é tomado por água isso passa a ser, sim, digno de nota: vivemos em meio a tanta água e ainda somos tão fascinados por ela! Nosso organismo é também, em sua maior porção, água. Somos água, viemos da água, para a água voltaremos e, enquanto tivermos como aproveitar a vida, queremos fazê-lo perto de alguma fonte de água límpida, na beira de um rio ou mar. Navegando, que seja. Queremos água.

Vivemos, porém, sob o alerta de que a água pode acabar. É preciso economizar. Parece absurdo pois a água é absolutamente indestrutível! Se você toca fogo ela vira fumaça e depois volta a ser água, se congela ela derrete e volta a ser água, seja lá o que se faça com ela, a água volta a ser água depois de um tempo, pura e cristalina. E na mesma quantidade! Pois é. Mas pode voltar salgada. Sabe lá o que é morrer de sede em frente ao mar? O prejuízo maior que a água pode sofrer é a poluição. Uma vez poluída a água pode demorar muitos anos para voltar ao seu estado natural, potável, como os pingos da chuva lá do início.

Volto ao início e ao senhor que tentava varrer uma folha de árvore, pequenina, da porta de seu prédio, segundos antes da chuva começar. Quantos litros de água pura ele desperdiçava naquela tarefa imbecil? Não seria mais fácil varrer a folhinha ou pegá-la com a mão? Aquela água correria para o bueiro e se juntaria ao esgoto cheio de substâncias químicas e de lá iria parar sabe-se lá onde, mas, poluída, demoraria um tempo enorme para voltar para o reservatório d'água da cidade. Este tempo é que pode ser o suficiente para uma cidade entrar em caos por não ter o que beber. A água não vai "acabar" nunca, mas talvez, um dia, não possamos usufruir dela onde e como gostaríamos. Talvez as grandes desgraças naturais não nos metam tanto medo porque o que nos vai derrotar mesmo sejam as folhinhas nas calçadas. Aguadas de estupidez.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

........Desabafo........


Faz tempo que eu nao posto no meu blog...

E tenho muito para dizer,

Em primeiro lugar,

Só tenho a dizer, que sempre sou sincera nas minhas postagens,

Pois esse é meu mundo,

Não tenho medo de escrever nada aqui,

E se as pessoas nao gostarem...

Bem, se nao gostarem,

Que se dane,

Nao devo nada a elas mesmo!



Bem, e agora, começando a desabafar:


Eu esou estudando a tarde, eu moro a quase meio quilometro da minha escola, minhas frofessoras são chatas, tenho que descer uma escada imensa para chegar no patio da escola, de segunda a sexta tenho que enfrentar um sol de quase 40 grals...Acho que isso é um motivo para eu ficar enrritada...

Mais nao, nem por isso eu fico irritada, do que adianta? Se eu fico irritada só vou fazer falta de educação com as pessoas. E elas nao tem culpa...

Eu sei, até eu mesma me pergunto de quem é a culpa, mais a resposta nunca chega... E eu acho que também nunca vai chegar...

Eu sei, que as vezes parece ser culpa do governo, masi quantas crianças de todas as cidades se negam a ir a escola e nao acontece nada.

Nós também podemos fazer isso, mais por que nao fazemos?

Bem, eu nao sei explicar porque eu nao tenho coragem, mais só sei de uma coisa...

Eu sei que eu quero ser alguém,

Que eu quero ter um futura brilhante;

E sei que o sucesso me espera!

Luana Lima.