sexta-feira, 23 de abril de 2010

Sustentabilidade

Todo mundo "sonha" com um belo planeta, com ar puro para se respirar e muita água potavel. Mas hoje pode se dizer que isso é um sonho impossivel.
As pessoas fazem passeatas, tentam conscientizar a todos, mas tudo que a maioria faz é poluir mais e mais.
Em pelo menos 20 anos, nao teremos mais água a vontade e nem ar puro para respirar, mesmo assim, ninguém tem conciencia.

As folhas caem na calçada, eo vento leva terra, e depois, com a chuva, a calçada fica toda suja, como sempre, quem mora naquela casa vai pegar sua mangueira e lavar a calçada. Todo aquele trabalho, muitos litros de água, e aquela pessoa está a lavar a calçada mesmo sabendo que amanhã terá que fazer tudo de novo. Cerca de uma hora e meia depois, lá está a calçada e a rua, aguadas de estupidez...

Autora: Luana Lima

sábado, 17 de abril de 2010

Emily Strange








Eu gosto dela pq ela é muito legal!!!


É uma garota Skatista!!!






I Emily Strange

sábado, 10 de abril de 2010

Je poste sur mon blog dans la langue que j'aime!


Ceci est mon blog et je l'ai mis dans la langue que j'aime! Et qui comprennent que cela est vraiment intelligent!
J'ai tapé ce n'est vraiment pas un texte que j'ai copié depuis un site!

Et je ne vais pas mettre beaucoup,
Savez-vous si il ya quelqu'un veut lire ...
En plus, je n'ai besoin de personne pour louer mon blog car je sais qu'il est bon!

Agoora falando serioo!!!
Hj é dia 10 de abril de 2010....
Agora é 9 e 57 da noite, e eu nao tenho nada pra fazer...
Então eu resolvi postar no blog antes de ir dormir!!!

Apenas a Língua Portuguesa nos permite escrever isso...

Pedro Paulo Pereira Pinto, pequeno pintor português,
pintava portas, paredes, portais.
Porém, pediu para parar porque preferiu pintar panfletos.
Partindo para Piracicaba, pintou prateleiras para poder
progredir. Posteriormente, partiu para Pirapora.
Pernoitando, prosseguiu para Paranavaí, pois pretendia
praticar pinturas para pessoas pobres.
Porém, pouco praticou, porque Padre Paulo pediu para
pintar panelas, porém posteriormente pintou pratos para
poder pagar promessas. Pálido, porém personalizado,
preferiu partir para Portugal para pedir permissão para
papai para permanecer praticando pinturas, preferindo,
portanto, Paris. Partindo pra Paris, passou pelos
Pirineus, pois pretendia pintá-los. Pareciam plácidos,
porém, pesaroso, percebeu penhascos pedregosos,
preferindo pintá-los parcialmente, pois perigosas pedras
pareciam precipitar-se principalmente pelo Pico, porque
pastores passavam pelas picadas para pedirem pousada,
provocando, provavelmente, pequenas perfurações, pois,
pelo passo percorriam, permanentemente, possantes potrancas.
Pisando Paris, permissão para pintar palácios pomposos,
procurando pontos pitorescos, pois, para pintar pobreza,
precisaria percorrer pontos perigosos, pestilentos,
perniciosos, preferindo Pedro Paulo precaver-se.
Profundas privações passou Pedro Paulo. Pensava poder
prosseguir pintando, porém, pretas previsões passavam
pelo pensamento, provocando profundos pesares,
principalmente por pretender partir prontamente para Portugal.
-Povo previdente! Pensava Pedro Paulo... Preciso partir
para Portugal porque pedem para prestigiar patrícios,
pintando principais portos portugueses.
-Paris! Paris! Proferiu Pedro Paulo.
-Parto, porém penso pintá-la permanentemente, pois pretendo progredir.
Pisando Portugal, Pedro Paulo procurou pelos pais,
porém, Papai Procópio partira para Província. Pedindo
provisões, partiu prontamente, pois precisava pedir
permissão para Papai Procópio para prosseguir praticando
pinturas. Profundamente pálido, perfez percurso
percorrido pelo pai. Pedindo permissão, penetrou pelo
portão principal. Porém, Papai Procópio puxando-o pelo pescoço proferiu:
-Pediste permissão para praticar pintura, porém, praticando, pintas pior.
Primo Pinduca pintou perfeitamente prima Petúnia. Porque pintas porcarias?
-Papai, proferiu Pedro Paulo, pinto porque permitiste,
porém, preferindo, poderei procurar profissão própria
para poder provar perseverança, pois pretendo permanecer
por Portugal. Pegando Pedro Paulo pelo pulso, penetrou
pelo patamar, procurando pelos pertences, partiu
prontamente, pois pretendia pôr Pedro Paulo para
praticar profissão perfeita: pedreiro!
Passando pela ponte precisaram pescar para poderem
prosseguir peregrinando. Primeiro, pegaram peixes
pequenos, porém, passando pouco prazo, pegaram pacus, piaparas, pirarucus.
Partindo pela picada próxima, pois pretendiam pernoitar
pertinho, para procurar primo Péricles primeiro. Pisando
por pedras pontudas, Papai Procópio procurou Péricles,
primo próximo, pedreiro profissional perfeito. Poucas
palavras proferiram, porém prometeu pagar pequena
parcela para Péricles profissionalizar Pedro Paulo.
Primeiramente Pedro Paulo pegava pedras, porém, Péricles
pediu-lhe para pintar prédios, pois precisava pagar
pintores práticos. Particularmente Pedro Paulo preferia
pintar prédios. Pereceu pintando prédios para Péricles,
pois precipitou-se pelas paredes pintadas.
Pobre Pedro Paulo, pereceu pintando...

"Permita-me, pois, pedir perdão pela paciência, pois
pretendo parar para pensar... Para parar preciso pensar.
Pensei. Portanto, pronto pararei.

quarta-feira, 3 de março de 2010


O q eu posso dizer é que, talvez eu esteja passando por um momento dificil na minha vida, ou nao...Mas de toda forma, eu nao estou me lamentando.

Cada pessoa vai interpratar isso de uma maneira diferente, mais eu só digo uma coisa:Não aceito criticas, pois nenhum de voces está aqui para ver o q realmente está acontecendo.

Mas em momento nenhum da minha vida, eu parei para pensar o quanto é dificil a minha vida, ou o quando eu sofro, nunca me lamentei pra mim mesma e nem pra ninguém.

Eu nao sou a pessoa certa pra apoiar ninguém, eu sei quando é frescura e não tenho medo de dizer q é!

Uma das coisas q eu considero maior frescura...................hun......................Talvez faltar de aula porque quebrou uma unha, ou então ficar de luto porque um filme(modinha da Disney) não vai mas ser lançado), é isso sim eu considero uma frescura!

É nao sou uma pessoa de convivencia facil mesmo não E DAÍ?????

sábado, 6 de fevereiro de 2010

O que eu já fiz (Linkin Park)


Nesta Despedida
Não existe sangue
Não existe álibi
Porque eu estava fadado ao remorso
Da verdade
De milhares de mentiras
Então deixe a misericórdia vir
E lavar para longe

[refrão]
O que eu já fiz
Eu vou encarar a mim mesmo
Para atravessar
Aquilo que eu me tornei
Apagar minha vida
E deixar ir embora
O que eu já fiz

Colocando para descansar
O que você pensou de mim
Enquanto eu limpo esta lousa
Com as mãos
De incerteza
Então deixe a misericórdia vir
E lavar para longe

[refrão]
O que eu já fiz
Eu vou encarar a mim mesmo
Para atravessar
Aquilo que eu me tornei
Apagar minha vida
E deixar ir embora
O que eu já fiz

Para o que eu tenho feito
Eu vou recomeçar
E qualquer coisa que pode vir
Hoje isso acaba
Estou perdoando

O que eu já fiz

Eu vou encarar a mim mesmo
Para atravessar
Aquilo que eu me tornei
Apagar minha vida
E deixar ir embora
O que eu já fiz

(Na, Na, Na)

O que eu já fiz (na, na, na)
Estou perdoando o que eu já fiz. (na, na, na)

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

..............Agua no Mundo................


Vou correndo, como se isso me fizesse escapar dos pingos da chuva que se inicia. Menos tempo na chuva, pode ser ilusório, mas tenho a impressão de que ficarei menos molhado, de que chegarei menos ensopado. Com o canto do olho observo o senhor que com a mangueira termina de limpar a calçada, mesmo sabendo que a chuva há de modificar todo o cenário nos próximos instantes. Ou vai trazer de volta toda a sujeira que ele está tirando ou vai lavar outra vez o que ele acabou de lavar.

A água que cai do céu cai purinha, purinha, é o que penso enquanto corro dela. A água que cai do céu. Lembro-me do livro da Camille Paglia em que ela afirmava, ou pelo menos foi o que me recordo de ter dali subtraído, que o homem havia optado por viver em grupo por temor aos fenômenos naturais: chuvas, clima, terremotos etc. Foi preciso se unir contra as forças da natureza. As forças amorais na natureza. Quando passa um furacão levando tudo, bons ou os maus, estão todos ameaçados. Quando chove muito e tudo começa a inundar, anjos e demônios poderão estar, em breve, igualmente submersos. Quando a água falta, senhores e escravos morrem da mesma sede. Há forças mais poderosas que a maldade humana.

Os destinos turísticos são, em sua maioria, lugares interessantes por causa da água. Praias, lagos, rios, cachoeiras: somos naturalmente atraídos pela água. A simples vista para o mar ou rio já torna um ambiente mais interessante. Parece óbvio o que digo mas se levarmos em conta que grande parte do planeta é tomado por água isso passa a ser, sim, digno de nota: vivemos em meio a tanta água e ainda somos tão fascinados por ela! Nosso organismo é também, em sua maior porção, água. Somos água, viemos da água, para a água voltaremos e, enquanto tivermos como aproveitar a vida, queremos fazê-lo perto de alguma fonte de água límpida, na beira de um rio ou mar. Navegando, que seja. Queremos água.

Vivemos, porém, sob o alerta de que a água pode acabar. É preciso economizar. Parece absurdo pois a água é absolutamente indestrutível! Se você toca fogo ela vira fumaça e depois volta a ser água, se congela ela derrete e volta a ser água, seja lá o que se faça com ela, a água volta a ser água depois de um tempo, pura e cristalina. E na mesma quantidade! Pois é. Mas pode voltar salgada. Sabe lá o que é morrer de sede em frente ao mar? O prejuízo maior que a água pode sofrer é a poluição. Uma vez poluída a água pode demorar muitos anos para voltar ao seu estado natural, potável, como os pingos da chuva lá do início.

Volto ao início e ao senhor que tentava varrer uma folha de árvore, pequenina, da porta de seu prédio, segundos antes da chuva começar. Quantos litros de água pura ele desperdiçava naquela tarefa imbecil? Não seria mais fácil varrer a folhinha ou pegá-la com a mão? Aquela água correria para o bueiro e se juntaria ao esgoto cheio de substâncias químicas e de lá iria parar sabe-se lá onde, mas, poluída, demoraria um tempo enorme para voltar para o reservatório d'água da cidade. Este tempo é que pode ser o suficiente para uma cidade entrar em caos por não ter o que beber. A água não vai "acabar" nunca, mas talvez, um dia, não possamos usufruir dela onde e como gostaríamos. Talvez as grandes desgraças naturais não nos metam tanto medo porque o que nos vai derrotar mesmo sejam as folhinhas nas calçadas. Aguadas de estupidez.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

........Desabafo........


Faz tempo que eu nao posto no meu blog...

E tenho muito para dizer,

Em primeiro lugar,

Só tenho a dizer, que sempre sou sincera nas minhas postagens,

Pois esse é meu mundo,

Não tenho medo de escrever nada aqui,

E se as pessoas nao gostarem...

Bem, se nao gostarem,

Que se dane,

Nao devo nada a elas mesmo!



Bem, e agora, começando a desabafar:


Eu esou estudando a tarde, eu moro a quase meio quilometro da minha escola, minhas frofessoras são chatas, tenho que descer uma escada imensa para chegar no patio da escola, de segunda a sexta tenho que enfrentar um sol de quase 40 grals...Acho que isso é um motivo para eu ficar enrritada...

Mais nao, nem por isso eu fico irritada, do que adianta? Se eu fico irritada só vou fazer falta de educação com as pessoas. E elas nao tem culpa...

Eu sei, até eu mesma me pergunto de quem é a culpa, mais a resposta nunca chega... E eu acho que também nunca vai chegar...

Eu sei, que as vezes parece ser culpa do governo, masi quantas crianças de todas as cidades se negam a ir a escola e nao acontece nada.

Nós também podemos fazer isso, mais por que nao fazemos?

Bem, eu nao sei explicar porque eu nao tenho coragem, mais só sei de uma coisa...

Eu sei que eu quero ser alguém,

Que eu quero ter um futura brilhante;

E sei que o sucesso me espera!

Luana Lima.